minha vida
terça-feira, 31 de março de 2015
nar-siso
entristece a mágoa no olhar
devora
o zé da chuva nunca feria
a poça
agitava-se a água concêntrica
gota-a-gota
amargura a desgastar
vagas onde o zé via
na água que mais amava
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