minha vida
segunda-feira, 1 de junho de 2015
ao Eugénio de Andrade
Eugénio
matam-me todas as manhãs
se correm para a tarefa
sem gente
chegas
eu levanto os olhos
há um sorriso para ler
e tantos para escrever
Sem comentários:
Enviar um comentário
‹
›
Página inicial
Ver a versão da Web
Sem comentários:
Enviar um comentário